Estava lá.
Simplesmente como uma folha caída e comum.
Um sorriso normal.
Um abraço desajeitado.
Como pude não notar,
que naquele olho miúdo
que naquela risada baixinha
que num dia tão comum,
Estaria a chave para algo que eu duvidaria da sanidade de qualquer pessoa a me contar.
Meu passado, presente e futuro
me sufocando e amarrando
Me dividindo e me pondo em xeque.
Me fazendo admitir para mim.
Que o que me prendia era somente eu.
"Ana Maria Camargo"
E de todas as formas que tentou, descobriu que de alguns pensamentos ela só conseguiria se libertar com as palavras...
29 de abr. de 2014
Segundo tempo
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