Celebro sua estupidez me embriagando com insanidade, gargalho às suas custas, de sua busca pela paz interior. Corroída pelos vermes, da culpa e do prazer. Podre de alma, pura de corpo, sorriso gentil.
Afago seu rosto e te beijo, em meio ao caos tumultuado da minha mente, e mesmo assim, me regojizo com sua felicidade.
Sou má? Creio que não.
Sou só um demônio perdido, que não tem certeza, nem mais a qual inferno pertence.
E de todas as formas que tentou, descobriu que de alguns pensamentos ela só conseguiria se libertar com as palavras...
7 de set. de 2013
Má.
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