Farta de sorrisos falsos, de rostos vazios.
Olho ao meu redor e vejo cenários ensaiados, scripts decorados e seguidos à perfeição. Eu não me enquadro em nenhum lugar.
Talvez por perceber a encenação ou pela vontade de gritar até ficar sem voz.
Sou sã demais para fingir essa insanidade coreografada, ou talvez paralela demais à tudo, para que seja aceitável ser quem eu sou, sem remédios antipsicóticos.
"Ana Maria Camargo"
E de todas as formas que tentou, descobriu que de alguns pensamentos ela só conseguiria se libertar com as palavras...
20 de set. de 2013
Paradoxo
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