Quem eu vejo no espelho sou de fato eu?
Quem se arruma e se veste,
Quem deita e levanta,
E quem sorri por ai?
A bagunça que eu havia jogado embaixo do tapete voltou
E até que eu consiga varrer novamente para fora de mim
Me faço perguntas esquisitas
E me encho de preocupações sem sentido.
Eu planejo um futuro
E reconstruo o passado
Eu viajo em instantes,
Mas com a mesma rota infinita,
da rotação dos planetas
"Ana Maria Camargo"
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