Ter o controle de si, coisas que eu julguei não ter mais sobre mim.
Ser empurrada de lugar para lugar, seguir o vento como uma folha seca no outono, sem decidir mais do que o essencial.
Um novo corte de cabelo, ou uma olhada para onde dezenas de pessoas com problemas maiores ou menores que os seus se livraram permanentemente desses fardos, pode clarear um pouco a mente.
Se meus problemas são os maiores? Se eu crio os problemas? Aumento outros? Se eu escondo alguns problemas? Depende qual leitor da minha vida você é...mas o fardo, a cruz que eu carrego, só eu sei qual é...só eu sei o peso.
"Ana Maria Camargo e Vinicius L. Veçoso"
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