Um quarto claro, papeis na parede.
Cama, cômoda, escrivaninha.
Um punhado de monstros embaixo da cama.
O que a vista alcança de imediato, nunca é tudo o que há pra se ver.
Depois de um tempo, você passa a definir que existem sombras mais e menos sutis
E se deixar sua vista se acomodar
E olhar fundo do armario, ou embaixo do colchão, eles aparecem.
Nem sempre crueis, mas sempre presentes
Os monstros.
"Ana Maria Camargo"
E de todas as formas que tentou, descobriu que de alguns pensamentos ela só conseguiria se libertar com as palavras...
16 de ago. de 2013
Nas sombras
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