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16 de ago. de 2013

Corvos, flores e vinho.

Cacos de vidro pelo tapete, manchado de vinho, me faz pensar que algo está errado.
Meu coração acelera e derrete, ao ver as petalas secas de algo que um dia foi belo. Poucos pensamentos traduzo em palavras, da cacofonia que habita minha mente. Mil corvos grasnando ao mesmo tempo, são mais coerentes que o lugar onde minhas idéias estão.
Preciso ajeitar minha bagunça, juntar os cacos e estilhaços, antes que me façam cicatrizes impossíveis de reverter.
Tenho que abandonar meus vícios... Algo em minha cabeça grita mais alto, que o caminho esta chegando ao fim, e que se quiser continuar, devo me arriscar como um bêbado, para algo.
                      "Ana Maria Camargo"

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